segunda-feira, 19 de março de 2012

Caravana do arrependimento


Pastor Weverton


BOLICHE COM OS ADOLESCENTES

DIVERSÃO É FORMAÇÃO

JEFERSON GRANDE DANÇARINO



                                         
                                                 NA MIRA NO ALVO





                                         POSE PARA A FOTO, SÓ ADOLESCENTE (SIC!)






sexta-feira, 9 de março de 2012

Quem vai para o céu



MT 6;19... Não acumulem tesouros na terra onde a traça corrói e o ladrão não rouba...  Onde estiver seu tesouro ai esta seu coração... Olhos são as candeias do corpo, se forem bons... Se a luz que há em você são trevas... Não se pode servir a Deus e a maamon”

A Bíblia é muito enfática em dividir a humanidade em dois grupos: mortos e vivos, afastados em inimizade, e os reconciliados, os amigos; réus sob condenação e os réus justificados; livres e escravos; quem é do povo e quem não é; bastardo e filho de Deus; Os que nasceram da carne e os que nasceram do Espírito.
A Bíblia é pródiga nas metáforas que usa para mostrar que a humanidade esta dividida em dois tipos de pessoas. Rebeldes e os sujeitos a autoridade...  Os que estão no mundo e os que estão no reino de Deus.
A Bíblia enxerga a humanidade dividindo-a em dois grupos distintos. Esses grupos são o que são por causa de sua forma de se relacionar com Deus. Ser de Deus ou ser contra Deus.
Dentre essas muitas metáforas; a da luz e a da escuridão, os que estão nas trevas e os que estão n luz, os cegos e os que enxergam.        
Fomos ensinados num processo pedagógico religioso que nós somos do time de Deus, nós somos os eleitos.  Catalogamos e carimbamos pessoas; um é joio e outro é trigo. Determinamos quem é salvo a partir da declaração verbal. Quem declara com sua boca que Jesus é Senhor é um dos nossos, quem entra numa Igreja evangélica e passa pelas águas é um dos nossos, imaginamos que, quem não declara ideologicamente pertença a doutrina dita evangélica, é um filho da ira, esta condenado, filho do diabo. Acreditamos que é preciso levantar a mão para aceitar Jesus. Esse passo é fabuloso, extraordinário, mas é só um passo.
Levantamos a mão, entramos na EBD, vamos para a classe de catecúmenos...
Você quer ir para o céu então aceite a Jesus como seu salvador, senão você vai para o inferno. Damos esse passo e nosso nome é escrito no Livro da Vida. Mas cresci, fui lendo a Bíblia , fui aprendendo, fui testemunhando, fui vendo.
À medida que fui mergulhando nos bastidores da religião, dos que se dizem representantes de Deus, dos gestores do reino, fui percebendo que havia algum equivoco nesse pensamento de confissão declaratória.
Mergulhando na palavra percebi que esse critério foi ficando muito pequeno, a confissão verbal tem sido comumente muito superficial. O critério da confissão verbal não passa pelo crivo do Evangelho.
Identificar os moradores do céu como quem tem uma crença ideológica evangélica em determinado momento se chocou com minha compreensão, e com a realidade. Isso me chocou quando encontrei a palavra dizendo ‘senhor senhor eu preguei em seu nome... Afaste-se de mim... Nem todo aquele que me diz senhor senhor entrara no reino dos céus, mas apenas aqueles que fazem a vontade de meu pai que esta no céu’... Abri um baú e joguei esse versículo no baú... E assim fui fazendo com vários outros textos que revelavam uma realidade dissonante do espírito de meu aprendizado.
‘Vende tudo da aos pobres e segue-me’... No baú.
‘Tive fome e me deste de comer, tive sede e me deste’... No baú. Esse texto é o mais complicado de todos. As nações que estão sendo recebidas no Reino perguntarão ‘quando, como?’, mesmo sem saber estavam servindo a Cristo. Eles não tinham a confissão, mas estavam entrando no Reino. Grande foi minha razão para jogar esse texto no baú. Ele era uma agressão a meu proselitismo, a minha política religiosa expansionista.

A fala do Evangelho não combina com o que eu aprendi na minha classe de catecúmeno. Prefiro ficar com Paulo que diz ‘creia no senhor Jesus e serás salvo tu e sua casa’, melhor ficar com Paulo, ‘sou salvo pela graça e não pelas obras’.  Achamos que acreditar é igual a ter fé. Mais fácil ficar com Paulo que diz ,‘ se com seu coração creres e confessares com sua boca que Jesus é senhor então sereis salvos’. Isso é muito mais fácil do que aceitar que Jesus irá admitir em seu Reino povos e nações que faziam a Sua vontade sem nunca, talvez, ter ouvido falar Dele, ou ter feito uma confissão verbal e ideológica.  
Paulo sem Cristo é uma fuga pelo viés literalista, ao olharmos para Paulo devemos procurar o Cristo que vive em Paulo.
Na passagem vemos multidões que faziam a vontade Cristo sem saber que o Bem que praticavam os credenciariam à bem aventurança celestial; ‘Quando fiz isso senhor, de que forma, como assim, eu nunca nem ouvi falar de seu nome, ninguém nunca me disse que tu tinhas essas necessidades...”
Coloco no baú o texto de Paulo, ‘não sou mais eu que vivo’... ‘Se tenho do que me gloriar me gloriarei na cruz’...
È preciso fazer uma leitura exegética falseada para sustentar a ideologia dominante, pois essa palavra de Paulo desestabiliza os impérios de dominação xenofóbica; ‘ Para Deus não tem valor nem a circuncisão e nem a incircuncisão’, ou seja, nem batista nem não batista, nem cristão nem não cristão... Baú para esse texto.
Ninguém pode servir a dois senhores, pois amaras a um e odiaras a outro’... Para o baú!

Pensamos que existem apenas quatro Evangelhos, porém podemos constatar a gêneses do que pode ser chamado de O quinto evangelho. É o conjunto de versículos que sublinhamos em nossa Bíblia; é nisso que acreditamos, o que queremos. Assim corremos o risco de perder a dimensão da totalidade da mensagem e fazer mau uso da verdade.
Abrir mão de tudo, morrer para si mesmo, autonegação... Baú.
O sermão do monte não é um sermão doutrinário, é ético... “nem todo aquele que me diz senhor senhor entrará no céu, mas o que faz a vontade...” e o que é fazer  a Sua vontade?
Dar de beber a quem tem sede, de comer a quem tem fome, visitar o preso... Isso é fazer a Sua vontade.
O que mais é a vontade soberana de Deus revelada no Evangelho?
*A vontade de Meu Pai é que vocês não mintam, Ele quer que você diga sim e seu sim seja sim; que você diga não e seu não seja não.
*Meu Pai ama seus inimigos, e quer que amemos também. Ele não quer que sejamos vingativos. Antes era o ‘olho por olho e dente por dente’, agora é amar e fazer o bem.
*A vontade é que ao dar esmola não toquemos trombeta. Fazer anonimamente.
*A vontade é que vocês orem mais em secreto do que em público
*A vontade de meu pai e que não vivamos preocupados com o que vamos comer beber e vestir...
*A vontade Dele que é que escondamos nosso jejum.
*A vontade é que não julguemos determinando quem é joio e quem é trigo.
Jesus não apresenta nenhuma doutrina. Nem batismo por imersão ou aspersão; o que vem 1º a salvação ou a fé?  Nem predestinação, nem vestimentas, nem dia sagrado, nem formatação litúrgica...

A metodologia de Jesus é ver, julgar e agir. Jesus sempre se posicionava. Ele sempre tomava partido em favor do que sofria. Essa é sua vontade.
Quando Jesus fala dos olhos bons, ou mau, ele esta falando de um novo critério para se relacionar com a vida, a generosidade. Ter um olho bom significa ter compaixão, ser solidário. Daí o método hermenêutico inspirado em Jesus, ver julgar e agir. Ver, tomar decisão, identificar-se com um dos lados e agir.
Vendo as multidões ele foi tomado de intima compaixão e agiu, perdoou, curou, libertou, abençoou...  O seu coração tomou partido em solidariedade aos que sofrem e a eles se entregou.
Seus olhos são bons? Seu coração toma partido de que? Como sabemos se nossos olhos são bons?
1º se nossos tesouros estão na terra nossos olhos são maus, se estão no céu nossos olhos são bons. Sabemos que dinheiro não traz felicidade. Ouvimos dizer que matéria é tesouro da terra, dignidade, saúde, paz é tesouro da terra, isso é uma palhaçada. Jesus não define tesouros da terra e do céu ele define tesouros na terra e no céu. Onde estão seus tesouros?
Meus olhos são maus quando invejo quem tem mais do que eu, quando acredito que eu mereço mais do que o outro, quando digo que tenho o que tenho por que fiz por merecer.
Quando enxergamos carregamos o peso da responsabilidade que é o critério da generosidade. Quando enxergamos nossa pergunta aos céus é “por que eu tenho tanto e meu próximo tem tão pouco?”, “por que eu sou tão abençoado, por que eu?” Então eu passo a perguntar não como ter mais, mas como dar mais, como ajudar mais, como ser mais útil, mais solidário. Então meus tesouros, sejam lá quais forem, passam a estar no céu.
Quando os tesouros estão na terra passamos a querer mais só para aumentar nossa riqueza. Pedimos tudo ao senhor, queremos a prosperidade de Deus. Passamos a nos preocupar com o dia de amanhã, ganhamos dinheiro e bens e precisamos tomar conta, manter, o bens, a preocupação vai  nos consumindo, o medo de perder nos apavora.
NÃO É O TIPO DE TESOURO, É ONDE ESTÁ O TESOURO.
SEJA LÁ QUAL FOR O MEU TESOURO ELE PRECISA ESTA NO CÉU.
MAS QUANDO EU TENHO QUE RETER, TENHO QUE POSSUIR PARA GARANTIR O MEU FUTURO ESTA NA TERRA, AI VEM A TRAÇA, OS LADRÕES. SE PREPARE PARA GASTAR TUDO O QUE TEM  PARA PRESERVAR, PARA VIVER COM MEDO  DE  PERDER O QUE TEM, COM MEDO DO FUTURO... SERVE-SE A MAMON. Perde-se a capacidade de ver, a pessoa só se vê, ela passa a ser o centro do mundo.
Quando nossos olhos são iluminados conseguimos ver nossa própria escuridão, a escuridão da condição humana e do mundo. Então passamos a compartilhar, a dar, a viver de solidariedade e generosidade.
Quando o tesouro esta na terra ele é meu, quando está no céu e ele não nos possui, se tiver na terra se prepare para fazer de tudo para preservar o que tem, seus olhos são bons?
Quem não conhece o caráter de Deus vive preocupado com o lugar para onde vai e desconhece que já vive no céu.
Nossa pergunta não é se você vai para o céu, mas se você esta no céu.

Que o Espírito Santo converta-nos de fato ao evangelho de nosso senhor Jesus cristo.
                

segunda-feira, 5 de março de 2012

DISCIPULADO PARA PEQUENOS GRUPOS PIB


DISCIPULADO BÁSICO
(guia de discipulado)
TEMOS A OPÇÃO DE ESTUDAR A BÍBLIA EM GRUPO E DE SER GRUPO COM A BÍBLIA NA MÃO.
Já é realidade inspirada pelo Espírito Santo e materializada no cotidiano da PIBATAN o estudo bíblico sistematizado pelo programa de CÉLULAS.
Este pequeno guia se propõe traçar propostas e diretrizes para otimizar nossos pequenos 'grandes encontros', visando aplicar um conteúdo mínimo básico  necessário para a inserção no discipulado cristão, um mínimo irredutível sem o qual não é lícito crer-se cristão. Não se trata de conteúdos e estudos de alta complexidade, mas do mínimo essencial, sem o qual não se pode compreender o próprio Ser cristão. É simples, não superficial... É básico, não obsoleto. "Em nosso voluntariado começamos fazendo o que é necessário, realizamos o possível e logo estaremos contemplando o impossível", Deus sempre nos surpreende.

Desde as comunidades primitivas a disseminação do Evangelho foi possível graças a dinâmica das pequenas comunidades, por sua versatilidade, sua inserção, seu caráter... Essa foi a terra fértil sobre a qual a semente da palavra foi fecundada.
A célula é mais do que um grupo de estudo bíblico, é o local propício para o auto pastoreio onde o líder exerce a função de facilitador, um mediador de conhecimentos e de relações, ele não coordena, ele pastoreia. Por isso que desenvolver um estudo bíblico em célula é uma tarefa árdua; estar sob a direção do Espírito Santo é fundamental.
Esse estudo não tem a pretensão de ser tão profundo, como se propõe outros programas de formação. É mais um relacionamento com a palavra na mão do que abrir a palavra para um perscrutar profundo e 'teologizante'. É a busca pelos frutos mais do que pela intelecção, é desenvolver a espiritualidade evangélica mais do que decorar conceitos.
O foco do estudo no pequeno grupo não é a profundidade, mas sim o relacionamento em torno da palavra de Deus. A ênfase é a atmosfera dialogal, interação, empatia, abertura, encontro com o novo; tudo à luz da Palavra.
Por que um programa de discipulado para pequenos grupos?
Razões: Crescimento espiritual para não incorrer na infertilidade dos que frequentam a Igreja, e até mesmo escola dominical, há cinquenta anos e não conseguem desenvolver nenhuma aparência com Cristo... Alguns afirmam que tem 40 anos de vida cristã e não conseguem perceber que na verdade foram reprovados 39 anos e talvez tenham um ano de vida cristã autentica. Muitas vezes os anos de pertença pressupõe a quantidade de tempo desperdiçado, não adianta passar meio século envolto nas agendas da religião e não lutar para adquirir atributos vitais para o cristão.A caminhada com cristo é marcada pela qualidade do tempo com Ele e não pela quantidade, ou currículo religioso.
A vida cristã é norteada pelo Espírito que nos faz testemunhar de Jerusalém até os confins da terra, esse testemunho , ao contrário do que muitos pensam, não é vernáculo, não é vozerio, nem discursivo, não é pregação, nem a ladainha de opiniões particulares... Esse testemunhar é refletir na vida o caráter de Cristo... Isso é infinitamente mais comprometedor e exigente que verbalizar conhecimentos adquiridos.
Crescimento espiritual
Crescimento espiritual não é instantâneo, é gradual. Não existe experiência definitiva que nos manterá frizados em altos níveis, todos podem decair, quem não está em crescimento esta regredindo. Na espiritualidade quem não está evoluindo esta diminuindo, parar de crescer é optar por "desespiritualizar-se". O que não é movimento para frente é movimento para trás.
Como aprender a crescer?
Aprendemos por experiência, por assimilação num processo de interação contínua com tudo e com todos que nos cercam. Na espiritualidade crescer é fruto de disciplina pessoal,foco... É preciso ter noção de onde se quer chegar. "Quem não sabe aonde quer chegar esta satisfeito com qualquer lugar".
*O processo de crescimento espiritual é a transformação de nosso entendimento; criar a mente de Cristo, a renovação constante de nossa mentalidade. Constante trocar da mentira pela Verdade, a Bíblia chama de transformação do entendimento. Pensar com a mente de Cristo.
* O crescimento espiritual não é (apenas) cognitivo é experiencial. Nós crescemos quando fazemos e não quando aprendemos; aprender e não praticar é desperdício de tempo e de energia. Uma coisa é saber teoria da dança, outra coisa é saber dançar. Há uma grande diferença entre saber a respeito das coisas e experienciar essas coisas que se sabe.
Dt 2 "vocês experimentaram o que eu fiz no Egito, portanto obedeçam".
“provai e vede que o senhor é bom", "não sejamos (Tg 1,22) meramente ouvintes da palavra, mas praticantes".
Hb 5,11"quanto a isso temos muito que dizer... Por que vocês se tornaram lentos para aprender... De fato já devessem ser mestres... Estão precisando de leite e não de alimento sólido..."
Vamos refletir sobre um exemplo de nossa falta de compreensão:
(Ex). Ceia memorial.
Participamos há 100 anos da ceia, quase sempre de forma religiosa sem penetrar seu real sentido .
A Palavra diz que "quem come e bebe sem discernir o corpo e o sangue come e bebe a própria condenação". O que é esse  discernir o corpo de cristo? Tomamos a ceia mais de cem vezes e não sabemos que negócio é esse de discernir o corpo e o sangue.
Por conta disso a Palavra diz que o homem tem que examinar a si mesmo antes de tomar do cálice e do pão. A maioria das liturgias religiosas não dão tempo para se fazer o auto exame, não criam hambiente para ele, não tem silêncio para isso, não há a introspecção necessária.
Toda vez que estivermos juntos para partir o pão e beber o cálice devemos parar tudo para pensar Nele, no que Ele fez, esse é o memorial. Ninguém deve se aproximar Dele se estiver em débito com o irmão, examine-se...
Exercitar-se é fundamental
A Palavra diz em Hebreus  " pelo exercicio constante tornaran-se aptos para fazer o bem e não o mal", vejam que Ele diz que não foi  pelo estudo constante... Tem gente que leu a Bíblia mais de 10 vezes , mas não parece.
O que da Bíblia nós praticamos? Sabemos muito e praticamos pouco.
Nosso foco de discipulado deve extrapolar a lógica racional cartesiana, teórica.
Não existe apostila para discernir demônio oculto, joio de trigo, estratégia melhor, ousadia de rebeldia, esse discernimento vem de Deus, da intimidade com Ele, da experiência.
* Crescimento espiritual não é individual, é relacional. No seio da comunidade somos molestados pela Verdade, incomodados em nossas trevas pela luz que já brilha na vida dos irmãos. Perscrutamos o caminhar alheio e somos animados a sair do comodismo.
A coragem alheia destrói nossa postura covarde. Buscamos mansidão, paciência, bondade, intimidade, proximidade, confiança... isso se constrói.
Ter liberdade de falar e ouvir, corrigir e aconselhar é próprio da relação íntima da vida do grupo. Um dialogar livre, sem milindres.
Ser ouvido demanda tempo, é um processo. Na célula experimentamos: Amizade espiritual, levar a carga um do outro, confessar a culpa um para o outro, aconselhar um ao outro. Entranháveis sentimentos afloram dessa relação humana alicersada na Palavra... Dar palpite na vida do outro é um solo sagrado, nem todos podem pisar.
O convívio na célula opera a obra da lapidação pessoal.
Lemos em Hebreus 3,12 "cuidado para que nenhum de vocês tenham um coração perverso e incredulo"... Cristão pode ter coração assim... Isso é depositar em saquitel furado, sacrifício de tolo, desperdiçar a vida. Estar nessa relação humana é essencial para que nem nós nem nossos irmãos tenham o coração corrompido
* Crescimento espiritual não é altomático, ele é intencional. Você precisa tomar providências para crescer. Alguém cuida de mim e depois eu aprendo a me cuidar.
Se o ato de cuidar é bem focado, esse alguém que cuidou de mim me ensinou a me cuidar. Quem chega a 40 anos e não foi educado para cuidar de si mesmo foi vítima; o problema foi de quem educou sem conduzir a altonomia. Se cuidarmos bem das pessoas elas aprenderão a se cuidar.
Paulo diz em Timóteo 4,7 ' exercita-te na piedade', faça alguma coisa para crescer. Nosso conceito de graça não pode anular nosso compromisso pessoal.
Teologia moral de causa e efeito não funciona em nosso relacionamento com Deus, Deus não nos paga por causa de nós mesmos, mas pela Sua Graça. Eu sou infiel e Deus continua fiel, Ele não anula sua promessa por causa de minha infidelidade...
O critério de nosso relacionamento com Deus é a graça, mas o critério de nosso relacionamento com o mundo, com a vida, é a lei da semeadura e da ceifa.
A terra não presenteia com  frutos o agricultor que não plantou. Quem semeia vento colhe tempestade. Na vida recebemos aquilo que damos, que plantamos.
Não se cresce apenas sabendo coisas, acumulando informações. Não se cresce de forma altomática, nem individualmente no particular de forma privativa  'eu e Deus'.
Uma onda ideológica moderna afirma que podemos agradar a Deus em casa, ser do Reino sem ir à comunidade cristã. Não fiquem sozinhos ilhados acreditando que não se precisa de Igreja, nem de relacionamento, isso não funciona.

Estamos na direção do mínimo irredutível, a se saber, para ser cristão.
As noções a seguir são eixos temáticos que podem ser desenvolvidos e contextualizados de acordo com o foco proposto pelos temas geradores desejados ( família, pecado, paternidade, violência, fidelidade, fé, política, ecologia, e etc... A critério pessoal)
* Igreja comunidade da cruz, ela é o centro da história  pessoal, da humanidade e de cada um. Tudo o que experimentamos em Deus é por causa da cruz.
Por quê a cruz é necessária?
Qual é a obra da cruz?
Quais são os  imperativos da cruz?
Nesse módulo precisamos indagar o sentido da morte de Cristo na cruz. Por que Jesus precisou morrer, o que fez por nós quando morreu e o que espera de nós a partir de sua cruz.
Não confundamos conversão com adesão, a maioria das pessoas aderiram a fé, não se converteram, não passaram pela cruz, desprezam, ignoram e abominam as demandas da cruz de Cristo.
* Comunidade da vida. O quê caracteriza  a vida de um discípulo? Novo nascimento, o que é isso?  Nascer da água e do Espírito, como? Como diferenciar nascimento biológico de nascimento espiritual? O quê é o novo homen?
O cristão  regenerado foi gerado outra vez; que nova natureza é essa?
Como olhar quem diz que nasceu de novo e começar a desconfiar que ele realmente nasceu mesmo?
Nossa membresia na Igreja é nosso corolário de fé em Cristo. Toda pessoa pertence a  uma família, quem é cristão, da mesma forma, precisa  estar numa comunidade, não se trata de escolha, mas de necessidade.
A questão não é se farei parte de uma comunidade, mas como atuarei na comunidade. O papo de 'cristo sim e Igreja não' está equivocado.
A salvação é pessoal, a vida cristã é comunitária, nada no cristiamnismo é individual. Conhecer a cristo é viver na comundiade do amor, amar como ele amou uns aos outros,.
* Comunidade do amor. Se amarmos  uns aos outros o mundo  saberá que somos discípulos de jesus. Não é o poder, nem os dons, nem virtudes que revelam nossa identidade, mas o Amor em comunidade.
Nesse módulo devemos compreender qual a origem da Igreja, sua composição, quem fundou, quem pode fazer parte, suas dimensões  universal e local.
Importante salientar que a Igreja é uma rede de diversidade, mutualidade e serviço... e compreender o seu funcionamento. Se a pessoa passou pela cruz então recebeu nova vida.
Comunidade está voltada para o reino e não para si mesma.
QUal o nosso papel na missão do envio, o ide?
Qual a  dinâmica e funcionamento da Igreja?
* Comunidade do carisma. Comunidade e pessoa ungida pelo Espírito.
Como é nossa experiência de inserção no mundo espiritual?
Como entender corretamente o  'batismo no Espírito'?
O que são os frutos do Espírito; os dons do Espírito e as manifestações do Espirito Santo?

* Comunidade do Reino.  Precisamos entender o que é esse Reino. O por quê de um Reino. Quando foi a  promessa, seus sinais.
O reino possui dimensões, está dentro e está fora de nós; possui o seu 'já' e o seu 'ainda não'.
Qual o nosso papel como comunidade do Reino? Como podemos entender as  relações Reino mundo e Igreja?

Conclusão: Devemos chegar ao fim desse trabalho aptos para responder, e se não tivermos facilidade na formulação verbal devemos,no mínimo compreender o sentido do 'ser cristão'.
Você é cristão? Então responda: O que Cristo fez por você na Cruz? Como foi sua experiência  de novo nascimento? O que é ser Igreja? Como são suas experiência com Deus... ... ...  Se todas respostas anteriores forem 'não sei' é preciso reconsiderar o ser cristão. Talvez se eu perguntasse outra vez se 'você é cristão', muitos responderiam honestamente, 'não sei'.
O projeto de Deus para nós tem começo meio e fim. Ele diz respeito a qualidade de vida, nossa identidade,  nossa comunidade, nossa espiritualidade, nossa misão,  o significado de nossa vida... o por quê Deus nos mantém vivos no planeta a terra.
Muitos se sentam a beira da cama e pensam que se Deus os levasse agora não faria a menor diferença e isso é muito triste. Há muito o que fazer na vida, há um projeto histórico para cada um de nós.
Quem diz que não sabe perdoar nunca ouvil falar em novo nascimento, regeneração. Quem não acredita na Igreja nunca ouvil falar em comunidade do amor. Quem acha a vida apática nunca ouvil falar em Reino de Deus como a grande causa da vida. Nós precisamos nos libertar da cultura evangélica para no convertermos ao Evangelho de Cristo. Sair das trevas e também sair das sombras.Quando um ímpio se converte de sua impiedade, e aceita Jesus, há no céu uma festa; Os anjos festejam da mesma forma quando o indíviduo se liberta da religiosidade e abraça o Cristo. Que essa nossa pequena jornada tenha nos aproximado mais de Cristo.

Que esse registro sistematizado das verdades do Evangelho, seja suficiente para libertar, esclarecer, resignificar, afastar dos equívocos e mentiras com claro objetivo de nos fazer experimentar a vontade de Deus que é boa , perfeita e agradável.
Conteúdo processado para formação de grupos pequenos.
                                                                    Guia de discipulado básico.


PARA QUE SERVE A IGREJA?



O mundo religioso tem seu mais novo personagem: o evangélico não praticante. A informação aparece nos resultados das últimas pesquisas realizadas pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais (Ceris) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas pela reportagem O novo retrato da fé no Brasil, publicada na edição 2180 da revista ISTOÉ, de agosto último.

Os evangélicos não praticantes são definidos como “os fiéis que creem mas não pertencem a nenhuma denominação”, sendo cada vez maior o número de pessoas que “nascem em berço evangélico – e, como muitos católicos, não praticam sua fé”. Os dados revelam que “os evangélicos de origem que não mantém vínculos com a crença saltaram, em seis anos, de 0,7% para 2,9%. Em números absolutos, são mais de 4 milhões de pessoas nessa condição”.

As pesquisas apenas confirmaram uma tendência há muito identificada, a saber, o crescente número de pessoas que buscam espiritualidade sem religião, e deseja a experiência da fé sem a necessidade de submissão às instituições religiosas. É o fenômeno da fé privatizada, em que cada um escolhe livremente o que crer, retirando ingredientes das prateleiras disponíveis no mercado religioso.

O novo cenário faz surgir perguntas que exigem respostas urgentes: Para que serve a igreja? Qual a função da comunidade cristã na sociedade e na experiência pessoal de peregrinação espiritual?

A experiência dos cristãos no primeiro século, no dia seguinte ao Pentecostes, narrada no livro dos Atos dos Apóstolos [2.42-47; 4.32-35], serve de referência para a relevância da vivência em comunidade.

Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a memória da pessoa e obra de nosso senhor Jesus Cristo: “Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos”. Em tempos chamados pós modernos, quando as crenças são desvalorizadas e as verdades se tornam subjetivas e particulares, é importante saber não apenas em quem se crê, e os cristãos compreendem a fé como confiar em uma pessoa, Jesus Cristo, mas também saber o que se crê, e por isso os cristãos chamam de fé também um conjunto de crenças e afirmações a respeito do Deus em quem crêem–confiam. O Evangelho é uma boa notícia, e os cristãos devem saber qual é essa notícia. A igreja é a comunidade que preserva a memória de Jesus, sua pessoa e obra.

Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança que se fundamenta na abertura para o mistério divino: “Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos [...] com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”.

Em tempos de banalização do sagrado, as pessoas perdem a noção do que Rudolf Otto chama “mysterium tremendum”, isto é, já não têm na alma o temor que coloca o homem de joelhos diante da manifestação do divino e nem mesmo esperam que tal aconteça. A igreja é a comunidade que preserva a expectativa de que o céu se abra, de que o favor divino se derrame sobre a terra.

Enquanto o mundo vai se tornando cada vez mais frio e fechado, condenado às estreitas possibilidades da racionalidade e dos limites do poder humano, a igreja fala do milagre como possibilidade real e os cristãos se dedicam às orações.

Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a oferta do amor de Deus em resposta à solidão humana: “Eles se dedicavam à comunhão, ao partir do pão [...] Todos os que criam mantinham se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade [...] Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham.

Não havia pessoas necessitadas entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam segundo a necessidade de cada um”. Em tempos de individualismo, egoísmo, segregação, e competição darwinista, a igreja é a comunidade da fraternidade, da partilha, da solidariedade e da generosidade. A igreja é a comunidade da aceitação, do perdão e da reconciliação. É na igreja que se concretiza a oração de Jesus a respeito de Deus e os homens: “que sejam um”.

Para que serve a igreja? A igreja serve para manter vivos os sinais do reino de Deus na história: “grandiosa graça estava sobre todos eles”. Conforme Jung Mo Sung, “a igreja é o povo de Deus a serviço do testemunho da presença do Reino de Deus”, que se completa com a afirmação de Ariovaldo Ramos: “a igreja deve viver o que prega para poder pregar o que vive”. A igreja é a comunidade em que o anúncio da presença do Reino de Deus entre os homens é seguido do convite desafio: “Vem e vê”, pois o Evangelho de Jesus Cristo não é apenas uma mensagem em que se deve crer, mas principalmente um novo tempo em que se deve viver.

Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança da ressurreição: “Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”. Quando o lacre romano do túmulo de Jesus foi rompido no domingo da ressurreição, a vida afirmou sua vitória sobre os agentes promotores e mantenedores da morte, sobre os processos de morte, que serão enfrentados pela esperança de que um dia a própria morte, último inimigo, cairá de joelhos diante do Senhor da vida.

A igreja é a comunidade dos que se rebelam contra a morte em todos os lugares e todas as dimensões, e contra ela lutam com todas as forças que recebem do doador da vida.

A igreja é a comunidade dos que já não vivem com medo da morte (Hebreus 2.14), dos que anunciam e vivem dimensões da vida, e dos que profetizam a ressurreição até o dia quando, aos pés do Cristo de Deus, celebrarão a vitória daquele que no Apocalipse diz: “Não tenham medo. Eu tenho as chaves da morte e do inferno”, pois “Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último. Sou aquele que vive. Estive morto mas agora estou vivo para todo o sempre!”. Amém

DOUTRINA DE CRISTO (SOTEREOLOGIA)


MATÉRIA ‐ SOTERIOLOGIA: DOUTRINA DE CRISTO 
1.  Graça:  É  o  poder  dinâmico  de  Deus  que  provêm  imerecidamente  para 
capacitar o homem a desejar e fazer a Sua vontade (Fp.2:13; Ico.1:4,5; IITm.1:9; 
Tg.1:18; IICo.3:5; Hb.13:21; Is.26:12; Jr.10:23; Pv.16:9; 20:24; ICo.15:10).  
Passou o tempo dos sacrificios, dos méritos e dos intermediários. O tempo da graça é a desgraça dos poderosos manipuladores das dinãmicas da religião. A PIBATAN é uma comunidade cristã que afirma sua clara opção por viver em plena dependência da graça e por que recebeu não retém a benção, mas testifica sua fé por meio das obras. As obras não nos salvam, elas identificam, por meio delas temos o fedeeback para uma autoavalição verdadeira. Elas depõem a favor ou contra o que nós somos.
2.  Predestinação:  É  o  conselho  ou  decreto  de  Deus  concernente  aos  homens 
decaídos, incluindo a eleição soberana de uns e a justa reprovação dos restantes 
(Rm.8:29,30; 9:11‐24; Ef.1:5,11).  Todos somos pecadores e dignos da condenação.Não devemos olhar o aspecto da predestinação como algo determinista, está escrito e pronto, pois há o livre harbítrio. Deus nos predestina para a salvação, mas nós podemos aceitar ou rejeitar a salvação.
Os dois aspectos da predestinação são:  
(a)  Eleição: É o ato eterno de Deus pelo qual Ele, em seu soberano beneplácito, e 
sem  levar  em  conta  nenhum  mérito  previsto  nos  homens,  escolhe  um  certo 
número deles para receberem a graça especial e a salvação eterna.  
(b)  Reprovação: É o decreto eterno de Deus pelo qual Ele determinou deixar de 
aplicar  a  um  certo  número  de  homens  as  operações  de  sua  graça  especial,  e 
puní‐los por seus pecados, para a manifestação da sua  justiça. Os dois aspectos 
da reprovação são preterição e condenação.  
Muitos são chamados,mas poucos são escolhidos, pois poucos se fazem escolhidos. A vontade de Deus é que todos se salvem, no entanto, nem todos respondem ao seu chamado. Os que respondem são salvos  pela graça e não por mérito, todos pecaram e são igualmente dignos da condenação. Em cristo fazemos uso da graça imerecida, não merecemos, mas ele se agradou em nos conceder sua graça. Todos foram predestinados à salvação, porém o livre harbítrio definirá os que receberão a salvação.   Nunca esqueçamos que a vontade de Deus é que todos se salvem. Membros da PIBATAN tem a missão de auxiliar na vida dos escolhidos, resgatar os que se encontram perdidos por meio do testemunhopessoal  e da vida comunitária.
PENSAMENTO:  A  soberania  divina  e  a  soberania  humana  certamente  são 
contraditórias  entre  si,  mas  a  soberania  divina  e  a  responsabilidade  humana, 
não. (F.H. Klooster)   . Queremos submeter nossos pensamentos, sentimentos e vontade, à soberania de Deus.  Para isso buscamos o autocontrole, viver de fé, acreditar na providência. Deixar que nossa mente seja transformada na mente de cristo clamando constantemente ao Espírito Santo para que venha operar em nós aquilo que nós não podemos fazer por nós mesmos.
3. Vocação:  Vocação  ou  chamada  é  o  ato  de  graça  pelo  qual Deus  convida  os 
homens,  através  de  Sua  Palavra,  a  aceitarem  pela  fé  a  salvação  providenciada 
por  Cristo.  (ICo.1:9;  ITs.2:12;  IPe.5:10;  Mt.11:28;  Lc.5:32;  Jo.7:37;  At.2:39; 
Rm.8:30; ICo.1:24,26;7:15; Gl.1:15; Ef.4:1;4:4; IITs.2:14; IITm.1:9; Ipe.2:9;5:10).   
Também temos uma vocação pessoal, um chamado para realizar algo no reino, seja cantar, tocar, pregar, visitar, escrever e etc. Essa vocação particular atua naquilo que nos preenche. Existe algo que só nós podemos fazer da forma como Deus quer que seja feito, disso depende nossa realização, nossa alegria plena. Temos a responsabilidade de  dignificar nossa vocação; quem canta deve se dedicar e aprender cada vez mais, quem ensina deve se aprofundar mais... O investimento na vocação é contínuado. Nossa vocação nos põe a serviço do Reino de Deus e a vocação essencial de toda Igreja se chama MISSÃO.
4. União: É a ligação íntima, vital e espiritual entre Cristo e o Seu povo, em razão 
da qual Ele é a  fonte da  sua  vida e poder, da  sua bem‐aventurança e  salvação 
(Ef.5:32; Cl.1:27).    Esta união com Cristo nos capacita para andarmos em união com os irmãos. Nos tornamos um só corpo e essa mística gera em nós o milagre da unidade.
5.  Regeneração:  É  o  ato  de  Deus  pelo  qual  o  princípio  de  uma  nova  vida  é 
implantado no homem, e a disposição dominante de sua alma é tornada santa. É 
a  comunicação de vida divina à alma, que  implica numa  completa mudança de 
coração (Ez.11;19; 18:31; 36:26; Jr.24:7; Rm.6:4; Ef.2:6; Cl.2:12; Jo.5:21; Jo.6:63; 
10:10,28;  Rm.6:11,13;  IJo.5:11,12;  Ef.2:1,5;  Cl.2:13;  IIPe.1:4;  Jo.1:12;  3:3,5; 
IJo.3:1. Essa mudança é interna,sem a regeneração todo esforço exterior torna-se um sacrifício, pois não haverá prazer em buscar vida de santidade. A autentica conversão opera em nós a regeneração. Muitos se filiam a instituições religiosas e buscam praticas exteriores que testifiquem uma mudança de vida,mudam a roupagem, a l inguajem, viram um holograma, quando na verdade deveriam estar clamando a Deus por regeneração; Ela opera a transformação da essencia e não uma maquiagem na aparencia.

6. Conversão: É o ato exterior, visível e prático da salvação operada na vida do 
pecador regenerado (Lc.22:32).  A conversão não é determinada por realizações. Duas pessoas podem fazer a mesma coisa e uma esta convencida enquanto a outra está convertida. Uma faz por religiosidade e outra faz por amor, uma faz por obrigação moral, outra faz por esta seduzida, por esta apaixonada.
Os dois aspectos da conversão são:  
(a)  arrependimento:  é  o  aspecto  negativo  da  conversão,  porque  implica  no 
abandono do pecado e em dizer não para as coisas pecaminosas.  Não se embriagar, não furtar, não trair, não transgredir os mandamentos de Deus.
(b)  fé: é o aspecto positivo da coversão, porque  implica em voltar em direção a 
Deus e em dizer sim para a sua palavra.  Sim para a espiritualidade, sim para as obras, sim para o perdão, sim para a instauração do reino. 
7. Arrependimento: É a mudança voluntária e consciente, produzida na vida do 
pecador, efetuada pelo Espírito Santo, a qual atinge sua mente, seus sentimentos 
e  conduz  o  pecador  ao  abandono  voluntário  do  pecado  (Mt.21:28‐30; 
IICo.7:9,10).    Por mais que queiramos ver uma pessoa querida arrepender-se de seus maus caminhos precisamos ter paciência e lembrar que o arrependimento não é operado por meio de força, não é pela persuação humana, mas é obra de Deus que em tempo oportuno realiza tudo em todos.
8.  Fé:  É  um  firme  e  seguro  conhecimento  do  favor  de  Deus,  para  conosco, 
fundado na verdade de uma promessa gratuita em Cristo, e  revelada às nossas 
mentes e seladas em nossos corações pelo Espirito Santo  (As  Institutas,  III, 2,7, 
Calvino). 
“A certeza do que se espera, a convicção do que não se vê” (Hb.11:1).
 "De sorte que a fé vem pelo ouvir, e o ouvir a Palavra de Deus." (Rom 10:17)
A fé nos é concedida, nós não nascemos com ela, nós a recebemos como favor imerecido de Deus. Deus a concede a quem Ele quer.Logo crer é um presente. Esta fé porém é uma semente que carece ser cuidada caso contrário corremos o risco de perde-la. Deus quis fazer uma parceria com o homem, no tocante a concessão da fé, por isso a pregação da Palavra é tão urgente. Uns creem em tudo, outros não creem em nada, a pregação da palavra auxilia os que creem na compreensão da existência de um único Deus criador do céu e da terra; Aos que não creem, ao ouvir a pregação, são convencidos pelo Espírito Santo e tem a fé  "implantada" na mente (alma) e no coração, isso quando está nos desígnios beneplácitos de Deus que a pessoa creia.

9. Justificação: É um ato judicial de Deus, no qual Ele declara, com base na justiça 
de  Jesus  Cristo,  que  todas  as  reivindicações  da  lei  estão  satisfeitas  a  favor  do 
pecador  (At.13:39; Rm.5:1,9; 8:30‐33;  Ico.6:11; Gl.2:16; Gl.3:11). Na  justificação 
estão incluídos o perdão, a adoção, a substituição vicária e a imputação.  
Os dois aspectos da justificação são:  
(a) Remissão ou Perdão  (aspecto negativo/a dívida é anulada): É o  resultado da 
morte de Cristo e se dá por meio da substituição, na qual, Cristo nosso Cordeiro 
Pascal se oferece para morrer em nosso lugar. 
(b) Adoção (aspecto positivo/o crédito é imputado): É o resultado da ressurreição 
de Cristo e  se dá por meio da  imputação, na qual a  justiça de Cristo, que dá o 
direito  legal à adoção, é  imputada ao crente. A  regeneração opera uma  filiação 
moral enquanto que a adoção opera uma filiação legal.    
10. Remissão ou Perdão: É o aspecto negativo da justificação, pois quando Adão 
pecou,  ele  foi  condenado  pelo  que  fez  de  errado  (iniquidade),  como  também 
pelo que deixou de  fazer de certo, errando o alvo  (pecado). Adão, então pecou 
por  ação  (iniquidade  =  pecado  consciente,  voluntário,  transgressão)  e  omissão 
(pecado,  leia  IJo.3:4).  Cristo  em  sua  obra  vicária  corrigiu  os  erros  de  Adão, 
obedecendo passiva e ativamente, negativa e positivamente os mandamentos de 
Deus,  pois  a  lei  inclui  mandamentos  negativos  (não  adulterarás,  etc)  e 
mandamentos positivos (amarás a Deus, etc). O perdão é, portanto o ato judicial 
de Deus pelo qual ele concede ao pecador, na cruz, os benefícios resultantes da 
obediência passiva de Cristo. O perdão é resultado da morte de Cristo enquanto 
que a adoção (o aspecto positivo da  justificação) é resultado da ressurreição de 
Cristo  (Rm.4:25).  Na  morte  Cristo  aniquilou  o  pecado,  na  ressurreição  trouxe 
justiça. O perdão é operado mediante a  substituição, a  justiça é  concedida por 
meio  da  imputação.  O  perdão  é  concedido  na  cruz.  A  justiça  é  imputada  no 
tribunal de Deus (IPe.3:18).  

11. Adoção: É o ato judicial de Deus, resultado prático da regeneração, pelo qual 
Ele declara seus  filhos emancipados e herdeiros da vida eterna  (Tt.3:7). Adoção 
não  deve  ser  confundida  com  regeneração,  pois  na  adoção  Deus  coloca  o 
pecador que já é seu filho regenerado na posição de filho adulto. Na adoção não 
há  transformação  interior  (moral).  A  adoção  não muda  o  interior  do  pecador, 
muda a sua posição perante Deus. Deus não adota pecadores não regenerados, 
Deus só adota aqueles que já são seus filhos.    

12. Imputação: É o ato de Deus pelo qual Ele debita meritoriamente na conta da 
humanidade o pecado de Adão, e  judicialmente na conta de Cristo o pecado da 
humanidade,  e  gratuitamente  na  conta  da  humanidade  a  justiça  de  Cristo. 
Imputação significa "debitar", "atribuir responsabilidade" ou "lançar na conta de 
alguém".  Paulo  ensina  esta  doutrina  quando  assume  a  dívida  de Onésimo. Do 
mesmo modo Jesus Cristo tomou a nossa dívida (Fm.18,19).    

13. Substituição: É o ato judicial de Deus pelo qual Ele pune os pecadores pelos 
seus  pecados,  provendo  um  substituto  qualificado,  sobre  o  qual  recaiu  todo  o 
pecado  e  a  culpa  imputados  à  humanidade  por  causa  do  pecado  de  Adão 
(Is.53:4‐7; Ico.5:7).  A raça humana tornou-se merecedora do castigo; o homem, por si só, não podia reestabelecer o helo perdido. Todos passam a nascer portando o pecado original e por mais que alguns tentassem, no decorrer da história, voltar para Deus, a humanidade foi se afastando progressivamente do Criador. Deus que é amor, mas também é fogo consumidor, amor e justiça, envia seu Filho Unigenito para cumprir a lei que nós não podíamos cumprir. O substituto carregou a cruz que era nossa, se fez maldição em nosso lugar, vivenciou os sofrimentos que deveriam ter nos assolado; fez gratuitamente por nós o que não podíamos fazer por nós mesmos. Esse substituto não podia ser qualquer um, nem um patriarca, nem um rei, nem um sacerdote, nem um profeta, ninguém era qualificado. É ai que Jesus entra em cena.
Um substituto qualificado deveria possuir
(a)  Perfeita  Encarnação:  deveria  ter  natureza  humana  completa  para  poder 
representar adequadamente a humanidade (Hb.2:14‐17; 5:1; Jo.1:14).  
(b)  Perfeita  Identificação:  deveria  ter  uma  profunda  identificação  com  o 
sofrimento  humano  (Hb.4:15;  Hb.2:18;  Hb.5:2,3).  A  nossa  identificação  com 
Cristo  é  tão  perfeita  que  somos  identificados  com  Ele  na  sua morte  (Rm.6:3; 
Cl.2:12).  
(c) Perfeita Santidade: Um homem comum não seria um bom  representante da 
raça  humana. O  substituto  deveria  ser  santo,  inocente,  sem mácula,  separado 
dos pecadores (Hb.7:23‐27). Um mortal comum não poderia salvar ninguém, pois 
sendo mortal, não se salvaria nem a si mesmo.  
Jesus nosso substituto tinha duas naturezas, era totalmente homem e totalmente Deus. Ele nos revelava "o rosto divino do homem, o rosto humano de Deus". Não era metade homem e metade Deus, mas totalmente ambos. Conheceu todas as dores que um ser humano conhece, chorou, se decepcionou, conheceu a traição, a dor da perda... Mesmo sendo homem não era pecador, a obra do novo adão é excelente, Ele vence a morte, salário de nossa culpa.
   
14. Santificação: É a graciosa e contínua operação do Espirito Santo pela qual Ele 
liberta o pecador justificado da corrupção do pecado, renova toda a sua natureza 
à imagem de Deus, e o capacita a praticar boas obras.   O santo é separado, essa separação porém não é uma 'separação de', mas uma ' separação para'. A santidade proposta por Cristo não é uma santidade abstemica, antisocial e exclusivista. Jesus nos ensina uma santidade saudável, que nos leva para a solidariedade, nos humaniza. Ser santo não se divinizar, mas se humanizar, enquanto mais santo me torno,mais humano eu sou. A verdadeira santidade possui suas marcas. O santo não busca sua fama, não quer aparecer, é discreto, sua santidade não o transforma num ser esquisito que ascende constantemente olofotes sobre si mesmo. Ele não está preocupado em condenar e  acusar o pecado alheio, mas em acolher e ajudar... Esse caminho de santidade verdadeira precisa ser trilhado por todos os que estão no caminho.  Carecemos aprender a discernir entre a falsa e verdadeira santidade, sem caquetes, sem trejeitos, sem  esquisitices inerentes a autopromoção.

ESQUEMA DA SALVAÇÃO  
      Espírito Alma Corpo  
      Tempo Passado Presente Futuro   
      Em relação ao pecado  
Penalidade (Jo.5:24)  
Poder (Rm.6:14)  
Presença       (ICo.15:54,57)  
      Em relação ao pecador  
Justificação Regeneração (Rm.1:4; Ipe.1:2; Rm.5:16;IITs.2:13)  
Santificação (Tg.1:21,22; IITm.3:15)  
Redenção (Fp.3:21)   
      Ocasião  
Morte e ressurreição de Cristo  
Do novo nascimento até o encontro com Cristo (Fp.1:6)  
Arrebatamento ou 2ª Vinda de Cristo (ICo.15:52,53)  
   
15. Perseverança: É a contínua operação do Espirito Santo no crente, pela qual a 
obra  da  graça  divina,  inciada  no  coração,  tem  prosseguimento  e  se  completa, 
levando  os  salvos  à  permanecerem  em  Cristo  e  perseverarem  firmes  na  fé.  A 
perseverança representa o lado humano (Jr.32:40; Sl.86:11; 37:28‐31). Todos buscam inúmeras bençãos de Deus e se esquecem de clamar a Deus pela benção da permanência. Olhos fitos em Deus e não nas míserias dos homens, assim poderemos caminhar a despeito das ciscunstancias da vida.Só pode permanecer aquele que compreendeu na alma que não está a serviço da religião e sim do reino, não está a serviço do pastor,mas de Cristo, não está a serviço de doutrinas humanas mas do Evagelho.
16. Segurança: É a garantia eterna e imutável da salvação, iniciada e completada 
por  Deus,  no  coração  dos  regenerados.  A  segurança  representa  o  lado  divino 
(Sl.89:28‐37).  Deus não mente, não se engana, não volta atrás. Acreditamos em sua salvação, seu cuidado e sua provisão; sempre recordando que não dependemos da provisão, mas do proverdor.
17.  Redenção:  É  o  ato  gracioso  de  Deus  pelo  qual  Ele  liberta  o  pecador  da 
escravidão da  lei do pecado e da morte  (Rm.8:1,2), mediante o pagamento de 
um resgate (Rm.6:20‐22; Ico.6:19,20; IPe.1:18,19; Ap.1:5; 5:9; Gl.4:1‐7

(a) A Necessidade da Redenção: Todas as criaturas humanas da terra pertencem 
a Deus  (ICo.10:26; Sl.50:12) mas não são todas de Cristo  (Rm.8:9). O homem só 
se  torna  propriedade  exclusiva  de  Cristo  mediante  a  obra  da  redenção 
(ICo.6:19,20; Hb.2:13‐15). O mundo (sistema) é de Satanás (Lc.4:6;  Ijo.5:19) e as 
criaturas  humanas  que  estão  no mundo  pertencem  à  ele  (At.26:18; Mt.12:30; 
Mc.9:40; Lc.11:23), por isso era necessária a redenção, para que através de Cristo 
Deus  resgatasse  (comprasse)  do  mundo  os  que  viriam  a  crer  nele,  para  que 
através  da  redenção  passassem  a  pertencer  a  Cristo  (Jo.15:19;  17:14;  18:36; 
Cl.1:13). Se um homem ainda não foi redimido, embora sendo criatura de Deus, 
continua sendo filho do Diabo, do qual é ele escravo (Jo.8:44). Somente os filhos 
de Deus são verdadeiramente livres (Gl.2:4; 5:1; Rm.8:21; IICo.3:17).    
(b) A Natureza do Redentor:  
Deveria  ser  parente  próximo  da  vítima:  Era  ele,  o  redentor  (goel  no  hebraico) 
quem deveria resgatar o sangue da vítima assassinada  (Nm.35:19‐34; Js.20:3‐5); 
era  ele  quem  deveria  resgatar  a  possessão  da  família  que  fora  vendida 
(Lv.25:24,26,51,52; Lv.27:13,15,19,20,31; Jr.32:7); era ele quem deveria 
a pessoa cujo empobrecimento  forçou‐a a se vender a um não  judeu  (Lv.25:47‐
49). Em Ezequiel 11:15 a expressão "os homens do teu parentesco" significa "os 
homens da tua redenção".  
O  Redentor  deveria  preencher  certos  requisitos:  (1)  deveria  ter  parentesco  do 
escravo  a  ser  resgatado  (Rt.2:20; 3:9,12; 4:1,3,6,14);  (2) deveria  ter meios  com 
que  pagar  o  resgate  (Rt.4:6;  Sl.49:7‐9);  (3)  deveria  querer  efetuar  o  resgate 
(Rt.4:4;  Rt.3:13;  Rm.5:7);  (4)  deveria  ser  livre  e  não  podia  ser  um  escravo,  um  
escravo não podia resgatar outro escravo.    
(c) Cristo é o Nosso Redentor:  
(1)     Ele se fez nosso parente próximo (Hb.2:14,15; Fp.2:7);  
(2)     Ele pagou com seu sangue (At.20:28; IPe.1:18; ICo.6:20);  
(3)     Ele nos resgatou voluntariamente (Jo.10:17,18);  
(4)     Ele não tinha pecado (Hb.5:15; IICo.5:21).  

18.  Reconciliação:  É  a  operação  graciosa  de  Deus  pela  qual  Ele  reconcilia  os 
pecadores  consigo mesmo,  por meio  da morte  de  Jesus  Cristo,  removendo  a 
inimizade  (IICo.5:18‐21; Cl.1:20‐22). O  termo usado no antigo Testamento para 
reconciliação é expiação.  
Os dois aspectos da reconciliação são:  
(a)     Expiação: A  reconciliação  (no grego = katallagê)  tem seu aspecto negativo 
na  expiação,  que  enfatiza  a  morte  de  Cristo  para  o  perdão  dos  pecados  em 
relação ao homem. (A justificação possui aspectos semelhantes a reconciliação:  
É negativa e positivamente considerada: (a) Perdão e (b) Adoção). A expiação é a 
remoção da causa da  inimizade do homem (Rm.5:10). Na expiação a fraqueza, a 
impiedade  e  o  pecado  (mencionados  em  Rm.5:6‐8),  fatores  causadores  da 
inimizade  são  removidos.  Portanto  expiação  é  o  cancelamento  da  fraqueza 
(Rm.5:6),  da  impiedade  (Rm.5:6)  e  especialmente  do  pecado  (Rm.5:8;  Ijo.1:29; 
At.3:19). Na expiação a ação  se dirige para aquilo que provocou o  rompimento 
no relacionamento, e se ocupa com a anulação do ato ofensivo
(b)     Propiciação: É a reconciliação em seu aspecto positivo, e por  isso vai além 
da expiação, pois enfatiza a morte de Cristo em relação a Deus. Na propiciação a 
ação se dirige para Deus, a pessoa ofendida. O propósito da propiciação é alterar 
a atitude de Deus, da ira para a boa vontade e favor. Na propiciação é a ira que é 
removida  (Rm.5:9,10) e a amizade de Deus é  restaurada. Não é o caso de Deus 
mudar, mas sim de que sua  ira é desviada  (Sl.78:38; 79:8; Em Ex.32:14 o  termo 
arrepender  é wayyinnahem,  no  hebraico,  e  hilaskomai,  no  grego,  que  significa 
"ser propício".  É  também usado  em  Lm.3:42; Dn.9:19;  IIRs.24:4.  É  claro que  se 
trata  de  linguagem  poética,  pois  há  passagens  em  que  se  diz  que  Deus  se 
arrependeu de fazer o bem, como em Jr.18:10, como se o bem fosse causa para 
arrependimento).  
Na expiação Cristo ofereceu‐se pelos os homens, na propiciação Ele ofereceu‐se 
à Deus (Hb.9:13,14;  IPe.3:18). A expiação extingue o pecado (a  inimizade contra 
Deus),  a  propiciação  extingue  a  penalidade  do  pecado  (a  ira  de  Deus)  que  é 
desviado para a cruz de Cristo (Rm.3;25; Rm.1:18,24,26).  Nossa maldição foilançada sobre Ele.
   

19.Renovação: É a operação graciosa de Deus que inclui todos aqueles processos 
de  forças  espirituais  subsequentes  ao  novo  nascimento  e  decorrentes  dele 
(Sl.51:10;103:5; Is.40:31;41:1; Cl.3:10).  
20.  Glorificação  ou  Ressurreição:  É  a  operação  divina  pela  qual  o  crente 
regenerado  há  de  ressuscitar  corporalmente,  tendo  seu  corpo  abatido, 
transformado à semelhança do corpo glorioso do Senhor Jesus (Fp.3:21; ITs.4:13‐
17; IJo.3:2).    
Conclusão: Estivemos juntos nessas ultimas semanas  aprendendo a respeito de temas  essenciais à nossa fé. Este  assunto  é  vasto  e  interminável, nossa vida com Deus por  meio da oração, da Palavra, da vida comunitária é fundamental para que esses temas ganhem significância prática, experiencial, em nossa existência.